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Projectos VIVER LAMEGO


Consulte os pontos de intervenção que fazem parte do Programa de Valorização e Integração Urbana do Centro Histórico de Lamego.


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Centro de Artesanato das Artes e dos Ofícios Tradicionais

OP|881|VIVERLamego
Investimento Total: 211 282,69€
Feder: 169 026,15€
AL|CML: 42 256,54€
m2 de intervenção: 1079 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 5 meses

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Padaria do Cantinho

OP|873|VIVERLamego
Investimento Total: 318 693,54€
Feder: 184 265,25€
AL|CML: 78.970,82€
m2 de intervenção: 339 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 6 meses

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Cisterna

OP|871|VIVERLamego
Investimento Total: 175 636,99€
Feder: 140 509,59€
AL|CML: 35 127,40€
m2 de intervenção: 222.35 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 5 meses

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Casa da Olaria

OP|875|VIVERLamego
Investimento Total: 823 956,55€
Feder: 544 122,25€
S.C.M.L: 233 195,25€
m2 de intervenção: 1561.29 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 12 meses

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Espaço Público do Bairro do Castelo

OP|825|VIVERLamego
Investimento Total: 802 575,92€
Feder: 640 000,00€
AL|CML: 160 000,00€
m2 de intervenção: 4720.50 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 6 meses

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Museu Militar

OP|881|VIVERLamego
Investimento Total: 211 282,69€
Feder: 169 026,15€
AL|CML: 42 256,54€
m2 de intervenção: 1079 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 5 meses

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Espaço Público do Eixo Barroco

OP|882|VIVERLamego
Investimento Total: 3.017829,60€
Feder: 2 414 263,38€
AL|CML: 603 565,92€
m2 de intervenção: 39 836 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 12 meses

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Centro de Actividades Ocupacionais do Castelo

OP|883|VIVERLamego
Investimento Total: 194 182,61€
Feder: 135 927,83€
AL|CML: 58 254,78€
m2 de intervenção: 399 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 6 meses

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Largo da Feira

OP|874|VIVERLamego
Investimento Total: 2 945 471.84€
Feder: 1 988 183,25€
AL|CML: 582 578,04€
LamegoConvida: 269 500,49€
m2 de intervenção: 25042 m2
Prazo de Execução previsto da empreitada: 6 meses


Enquadramento Cidades Polis XXI

imageO momento que o nosso País atravessa, do ponto de vista dos modelos de desenvolvimento local, é claramente um momento de inflexão. Consciente destes desafios, a Política de Cidades POLIS XXI parte do reconhecimento de que o desenvolvimento do País depende, em grande medida, do modo como as cidades se constituem em espaços activos de competitividade, cidadania e qualidade de vida.


Isto justifica-se não apenas porque mais de metade da população portuguesa reside em áreas urbanas, mas sobretudo porque um modelo de desenvolvimento cada vez mais dependente do conhecimento e da inovação pressupõe uma sólida base urbana e exige às cidades uma elevada qualificação das suas funções e uma forte capacidade de fixação e atracção de pessoas qualificadas e de actividades inovadoras.


O Programa Política de Cidades pretende abrir um ciclo de intervenção urbana que, sendo novo, beneficia de forma inequívoca da experiência acumulada através de programas de âmbito tanto comunitário (ex. URBAN) como nacional (ex. POLIS).

Segundo o documento de apresentação* está em causa uma política de cidades que:

  • Adicione à dimensão intra-urbana uma visão mais ampla, que conceba o desenvolvimento das cidades enquadrado nas redes urbanas nacionais e internacionais em que se inserem e na região em que se integram;
  • Coloque as intervenções físicas ao serviço de uma visão mais integradora de transformação das cidades em espaços de coesão social, de competitividade económica e de qualidade ambiental;
  • Estimule novas formas de “governação”, baseadas numa maior participação dos cidadãos, num envolvimento mais empenhado dos diversos actores urbanos - públicos, privados e associativos - e em mecanismos flexíveis de cooperação entre cidades e entre estas e os espaços envolventes.

Segundo o mesmo documento, no conjunto das dimensões de intervenção previstas neste instrumento, encontram-se as Parcerias para a Regeneração Urbana. Esta dimensão de intervenção coloca o enfoque em espaços intra-urbanos específicos e visa a coesão e coerência do conjunto da cidade, isto é, das várias comunidades que a constituem, bem como a qualificação dos factores determinantes da qualidade de vida da população.

 

 

* Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.
Política de Cidades Polis XXI:
http://www.dgotdu.pt/PC/documentos/POLISXXI-apresentacao.pdf

  

  




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